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Conhecer o passado ou a história ajuda a situar-se no presente e planejar o futuro...

No ano de 2001, Eliana Machado, àquela época mãe da Escola Infantil Arco-Íris, convidou Gislaine Machado, diretora da Escola, a participar do Curso de Fundamentação em Pedagogia Waldorf em Florianópolis, com a intenção de fundar uma escola antroposófica em Porto Alegre. A professora Lydia Rosado logo juntou-se a elas. E um pouco mais tarde, também a professora Jardineira Rebeca Rangel assumiu a transformação das  salas de aula na Escola Infantil assim como aceitou receber tutorias da Simone de Faveri, que vinha da Anabá de Florianópolis, a cada estação do ano. Foram muitas as tessituras a partir do encantamento de pais e professores, amigos e parceiros. Lutas também foram travadas, pois tratava-se de um impulso que surgia na contra-corrente do consumo de modelos educacionais fragmentados e materialistas. O primeiro passo foi a transformação das práticas pedagógicas do Jardim Arco-Íris, o que demandou muito estudo e auxílio. Naquele momento, originou-se a parceria entre a Escola Infantil Arco-Íris e a futura Escola Querência, que ainda era somente um sonho. Esse laço original, foi e continua sendo fundamental para a EWQ, pois ajudou a fundar a Associação Micael, em 2003, e possibilitou a cedência do espaço compartilhado até os dias de hoje.

Projeto Mercúrio

A introdução da Pedagogia Waldorf na Escola Infantil Arco-Íris veio como uma novidade para a maioria dos pais, gerando muita curiosidade e simpatia entre eles e também muitas perguntas. Muitas reuniões e estratégias foram realizadas pelos Diretores Pedro Ilha e Gislaine Machado junto a pais e professores. Foi um grande desafio, pois Porto Alegre não fazia ideia do que era Pedagogia Waldorf.

O Projeto Mercúrio, idealizado, financiado e mantido por Eliana Machado, auxiliada pelas ideias de Ricardo Behr, entre os anos de 2001 a 2005, teve o propósito de fomentar esses encontros, trazendo de outros Estados vários profissionais e tutores nas áreas pedagógica e administrativa, enquanto a Escola Querência não existia e não havia parceiros para arcar com tais custos.

O primeiro convidado, em 2001, foi o administrador Manoel Agostinho Vieira, da Escola Waldorf Anabá (Florianópolis), que, desde então, acompanha de perto a Escola Querência. Em 2002, o convidado foi o professor tutor Peter Biekarck, Coordenador Pedagógico do Curso de Fundamentação para Professores. Sua ajuda foi de fundamental importância, pois sem ele o Curso de Formação de Professores não viria para o sul do país. Na área pedagógica foram trazidos professores e artistas da educação, como Simone de Fáveri (Jardineira), Francisca Cavalcanti (Música), Franscisca Garcia (Aquarela), Pilar Manzano (Desenvolvimento Infantil) e muitos outros.

Em setembro de 2003, foi fundada a Associação Micael de Pedagogia Waldorf no Rio Grande do Sul – AMPWRS com o intuito de implementar uma escola de Ensino Fundamental associativa e trazer o Curso de Fundamentação em PW para o Estado. Dentre seus fundadores, estavam pessoas ligadas à agricultura, à medicina antroposófica, pais da Arco-Íris e professores.

Também em 2003, uma notícia empolgou a todos: chegava ao Jardim Arco-Íris a primeira família que desejava a Pedagogia Waldorf para a sua filha: Karin Kazmierczak e Eduardo Tavares. Assim como esta família, tantas outras foram se aproximando, confiando e entregando sua força de trabalho para edificar a futura Querência.

Ao longo de 2004, sempre com a orientação de pedagogos, administradores e fundadores de Escolas Waldorf ligados a São Paulo e Florianópolis, foi sendo tecido o projeto pela Pedagogia Waldorf no RS. A Associação foi se fortalecendo enquanto grupo.

Em janeiro de 2005, a AMPWRS foi reconhecida juridicamente, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, após muitas reflexões sobre o Estatuto que iria regê-la. Seu estatuto foi cadastrado perante a Receita Federal e entidades estatais como a Secretaria Estadual de Educação e municipais, tendo havido a necessidade de um adendo em maio de 2005, incluindo a Escola Waldorf Querência como escola mantida. Houve a eleição da 1ª Diretoria e Conselho Fiscal.

Durante o Fórum Social Mundial em Porto Alegre, foram recebidas várias pessoas ligadas ao movimento antroposófico no Brasil e no mundo. Também durante o Fórum, membros da Associação realizaram palestra sobre Pedagogia Waldorf, contando com a presença de cerca de 100 pessoas.

Iniciou-se, neste ano, o sistema de associados que pagam mensalidades à AMPWRS.

A primeira Escola Waldorf do RS

Em março de 2005 a Escola Waldorf Querência nasceu, embalada no pedagógico pelos professores Ana Beatriz Weber, Ricardo Behr, Rebeca Rangel, Adriana Coppi e Zilá Maguilnik, que participaram do início desse núcleo. Foram pessoas fundamentais para que a Querência pudesse iniciar suas atividades. Também há que se lembrar das famílias pioneiras, formadoras da primeira turma de alunos, em 2005: Eliana Machado (Nina), Maria Cristina Müller, Alice Behs, Danielle Wagner, Carla Cervera e Uiara Santos tiveram a coragem de “arriscar“ as vidas escolares de seus filhos, pois apostaram em um projeto-piloto sem regularização prévia, e os mantiveram juntos até o quarto ano.

O espaço físico necessário para abrigar esta primeira turma foi cedido pela Escola Infantil Arco-Íris. As reformas em parte do antigo salão foram custeadas pela doação feita por Eliana Machado (Nina) e Mário Chaves, pais de aluno desta turma.

Em 2005, junto com a Querência, nasceu também o Curso de Fundamentação em Pedagogia Waldorf no Rio Grande do Sul, com 45 participantes, sob a coordenação de Eliana Machado e Gislaine Machado, ambas já formadas no Curso  Brasil I, em Florianópolis, ocorrido nos 4 anos anteriores.

Nos meses de maio, junho e agosto aconteceram sete encontros específicos para focalizar o projeto da futura Escola, na Associação Mantenedora – AMPWRS - como demanda da Diretoria e sua gestão na época. Destes encontros, que foram embasados numa proposta da Pedagogia Social (Lex Boss), sugeridas pelo administrador financeiro da Escola Waldorf Anabá, de Florianópolis, SC, um dos orientadores do projeto, surgiram as definições dos desejos para a nossa comunidade como projeto da futura Escola. A Associação decidiu, neste momento, que pretendia adquirir um terreno, no futuro, que comportasse a estrutura de uma grande Escola, na zona sul de Porto Alegre.

Em junho, a AMPWRS foi convidada pela Federação das Escolas Waldorf no Brasil, com sede em São Paulo, a justificar a iniciativa da Escola. A Diretora-Presidente à época, Eliana Machado (Nina) e dois Diretores da Associação, Ricardo Behr e Helena Volkmann, se dispuseram a viajar e entregar um dossiê relatando todos os passos dados e as providências em direção à regularização da AMPWRS e da Escola Waldorf Querência.

No ano seguinte, 2006, mais sete famílias muito corajosas também se uniram ao projeto: Míriam Tesch, Mariama Martins e Rene de Athaydes da Silva, Claudia Marosin Hanisch, Jairo Bampi, Stella Branco e Rosângela Parode. Uma nova sala, de alvenaria, foi construída no terreno da Arco-Íris, custeada pelos pais Stella Branco e Otávio Chaves, parcialmente ressarcidos posteriormente.

O processo de regularização da Escola Querência, protocolado em 13 de dezembro de 2005 junto à Secretaria da Educação, durou quatro anos. Em novembro de 2006, o Conselho Estadual de Educação emitiu ofício informando que a Escola ainda não havia preenchido todos os requisitos necessários quanto ao espaço físico. O processo retornou à 1ª CRE (Coordenadoria Regional) e precisou de complementação.

Ainda em 2006, Eliana Machado viajou a São Paulo, sempre custeando as viagens, para conversar com a Fundação Software AG. Levava um projeto de pedido de verba, aprovado devidamente em Assembleia, para a construção de um novo salão coberto para atividades diversas, multiúso, a ser compartilhado pela Querência e Arco-Íris. O pedido e projeto era fundamental para o cumprimento das exigências feitas pelas SEC.

Em 2007, 2008 e 2009, formavam-se mais três turmas de primeiro ano, respectivamente conduzidas pelas professoras Rebeca Rangel, Jaqueline Vianna e Stella Branco. As primeiras duas receberam apenas 4 alunos ou 4 famílias, mas não titubearam e seguiram em frente. As famílias de Ricardo Pavão Pereira, Graciela Martil, Ângela Salazar, Patrícia Lima, Elaine Peixoto, Daniela Rocha e Carla Cervera se empenharam para que mais colegas se juntassem aos seus filhos. A professora Stella Branco (que exerceu também, voluntariamente, funções administrativas, de 2005 a 2008), por sua vez, recebeu 8 crianças de famílias igualmente corajosas, pois a Querência ainda era um projeto-piloto. Havia aspectos da estrutura física que eram ainda precários e impeditivos, portanto, da chancela pelo Conselho Estadual de Educação.

Em 2007, a nova sala de aula ocupou o espaço restante do salão da Arco-Íris, com reformas necessárias bancadas por recursos próprios da Escola. No mês de junho, Peter Biekarck veio auxiliar com relação ao projeto futuro da Escola. Partiu-se para a procura de um terreno maior, que possibilitasse a construção definitiva da estrutura física necessária. Iniciaram-se buscas por áreas de cerca de 2 hectares na zona sul de Porto Alegre. Tal ideia, no entanto, não obteve êxito. A comunidade escolar viu-se diante de um dilema: do ideal para o real. Em agosto, aguardava-se a conclusão do novo salão multiúso com ecotelhado e dois banheiros, com recursos da Fundação Software AG, para complementação do processo de regularização.

Em 2008, foi construída a 4ª sala de aula, em alvenaria, com recursos da escola (eventos, rifas e doações). Neste ano também houve a eleição da 2ª Diretoria e Conselho Fiscal.

A regularização

Em 2009, por ideia dos Diretores Pedro Ilha, Gislaine Machado e Eliana Machado (Nina), corroborada em Assembléia, foi alugado o terreno contíguo, na Rua José Kanan Aranha, de 1.000 m2,  para a necessária ampliação da estrutura física e possibilidade da regularização da Escola Waldorf Querência perante a SEC. Foi construída a 5ª sala em alvenaria, com recursos da escola. A meta de uma grande Escola ainda ficaria embrionária, aguardando novas forças.

A grande e muito comemorada conquista da regularização do até então projeto-piloto, em parceria necessária com a Escola Infantil Arco-Íris, veio no mês de agosto de 2009, com o Parecer 545/2009 do CEED (Conselho Estadual de Educação). O processo havia se estendido por quatro anos e já tinha 380 páginas quando finalizou. A ajuda de José Alfredo Parode, Conselheiro Fiscal da AMPWRS, foi de fundamental importância no enfrentamento de inúmeros âmbitos burocráticos do processo junto à SEC.

A chegada das famílias de Cíntia Binotto e Maria Piltcher foi fundamental para a virada em direção à ampliação da Escola. A regularização implicava em providências de várias construções em seis meses. Só efetivou-se plenamente mediante a construção da Biblioteca, da Cantina e das três salas no terreno locado, chamadas de diligências a cumprir pelo CEED, no prazo de seis meses após a publicação do Parecer 545/2009. Tais famílias foram incansáveis junto a Eliana Machado, no zelo das obras.

A construção da Biblioteca efetivou-se ainda em 2009, com recursos doados pela família Binotto, que também doou todo o trabalho de paisagismo do pátio de ambas as escolas para embelezamento do espaço. Neste ano também foi erguido o Salão de Euritmia (1ª casa enxaimel), com 50% de recursos advindos da Fundação Software AG.

No mês de abril de 2009, teve início a segunda turma do Curso de Fundamentação em Pedagogia Waldorf no Rio Grande do Sul, sob coordenação de Luciana Chaves e Helena Volkmann.

Em 2010, concluiu-se a obra da Cantina Escolar (2ª casa enxaimel), supervisionada por Eliana Machado e Cíntia Binotto, e equipada com inúmeros itens doados pelas famílias das professoras e mães, Maria de La Cruz Piltcher e Eliana Machado (Nina). As obras da 6ª, 7ª e 8ª salas de aula foram alcançadas com recursos da família Binotto, parcialmente reembolsados, e com doações integrais da família Piltcher. Também a família de Cristina Strassburger auxiliou de forma significativa no aporte financeiro/doação para a construção de mais banheiros, dois femininos, dois masculinos e um para os professores.

Em 2011, a Escola Querência pôde contar com a construção da Marcenaria, realizada com recursos advindos de doação da família Johannpeter. Conquistou também o Prêmio Pontinhos de Cultura, do Ministério da Cultura, pelas práticas artísticas diferenciadas promovidas pela Escola. Neste ano, houve a eleição da 3ª Diretoria e Conselho Fiscal, com mandato até novembro de 2014.

Em 2012, o salão multiúso foi reformado para abrigar um novo espaço para aulas de euritmia. Houve a colocação do piso em madeira, a expansão da cobertura e o fechamento lateral com toldos. A 1ª casa enxaimel também foi reformada, com recursos da Escola, para abrigar duas salas de aula. A Sala da Pedagogia Terapêutica foi erguida com recursos advindos de doações de famílias de crianças atendidas pelo projeto (Schreiner, Branco/Chaves, Veríssimo). Neste ano, houve a devolução de uma das salas de aula à escola Infantil Arco-Íris, para ampliação do Jardim de Infância.

No ano de 2013, mais uma reforma na 1ª casa enxaimel contemplou o novo espaço da secretaria. A segunda sala de aula foi devolvida à Escola Arco-Íris, para nova ampliação do Jardim de Infância. A escola, neste momento, abrigava turmas de 1º a 9º ano, com exceção do 6º e 8º.

Foi muito comemorada a conclusão do primeiro ciclo de nove anos da Escola. A turma pioneira iniciou com sete guerreiros e, ao longo do tempo, alguns deles tiveram que tomar outros caminhos. Outros valorosos alunos vieram para presentear a turma e dar condições pedagógicas para que a mesma prosseguisse. Mathias Machado Chaves e Luísa Neves compuseram desde o início esta primeira turma da Escola Waldorf Querência, permanecendo juntos até o 8º ano. No 9º ano, somente três alunos conseguiram continuar! Os queridos e corajosos Luísa Neves, Diana Griebeler e William Rottermund possibilitaram que a turma pioneira concluísse a trajetória da proposta curricular de nove anos das Escolas Waldorf, que hoje tornou-se um imperativo legal para toda a rede de ensino.

Tutorias

Além da tutoria lato sensu do Professor Peter Biekarck, a Querência contou, ao longo dos seus primeiros 4 anos, com o inestimável auxílio de Cristina Hering, de Florianópolis, como tutora strictu sensu. Nos últimos anos, esse mesmo papel foi assumido pela professora Claudia Retz, de São Paulo, também incansável em repassar seus preciosos conhecimentos.

O projeto da Pedagogia Terapêutica, criado em 2008 por Eliana Machado (Nina), com o intuito de acolher crianças com dificuldades especiais, foi orientado por Daniela Ehrenwinkler, também de São Paulo. Ao longo de dois anos, suas visitas mensais foram custeadas pela família do querido e falecido aluno Bernardo Johannpeter. O trabalho teve continuidade com a formação de um grupo de Pedagogia Terapêutica na Escola. Para o trabalho deste grupo, houve o apoio da médica escolar Jaqueline Volkmann Amaral, que prestou auxílio na avaliação de muitas crianças, além de já ter ministrado várias palestras na Querência, desde o seu início.

Desafios a curto, médio e longo prazo

Na história recente, colaboradores valiosos atuaram junto à Escola, todos voluntariamente: a administração financeira foi conduzida, com competência, durante quase dois anos, por Maria Cristina Vidal. René Athaydes e Rosângela Parode cuidaram da Secretaria Escolar, juntamente com Eliana Machado (Nina), que assumiu ainda o importante trabalho relacionado aos aspectos burocráticos e técnicos exigidos pelos órgãos de Educação, responsabilizando-se como Diretora Escolar a nível técnico. Famílias como as de Paulo Schreiner e Sibele Fuentes envolveram-se, com dedicação, em eventos essenciais para a sempre necessária arrecadação de recursos. E muitas outras chegaram e estão chegando, descobrindo, aos poucos, como contribuir com as ações em andamento.

Em 2014, foi inaugurado o sistema de mutirão para preparação dos espaços da escola. Cada turma organizou-se, voluntariamente, para fazer frente à manutenção e embelezamento das salas de aula e dos espaços comuns. Neste ano, uma sala de aula utilizada pela Querência foi cedida ao Jardim Arco-Íris, o que fez com que a antiga sala da Pedagogia Terapêutica fosse ampliada, custeada pelo Jardim, para abrigar uma turma do ensino fundamental. Ainda em 2015, a Escola precisou preparar-se para abrigar mais uma turma de alunos, e optou por ampliar suas instalações por meio da locação de um imóvel – a nossa “Casa Azul” em frente à atual sede. O ano de 2016 teve os os olhos voltados principalmente para a futura escola em local próprio, o que abrirá novos horizontes para o crescimento da instituição. A Escola busca trabalhar, de maneira harmônica, a transposição da fase pioneira para estruturação de um grupo com compartilhamento de tarefas, mediante o amadurecimento da gestão associativa. Buscam-se os pilares futuros da PW e da Antroposofia na Querência e na Associação.

De fato, sabemos que todos que hoje fazem parte da comunidade escolar acreditaram na Pedagogia Waldorf e na Querência e, de alguma forma, fizeram sacrifícios. Mas aos pioneiros se deve a abertura dos caminhos para que outros pudessem chegar. Todo esse resgate tem a intenção de ajudar a apontar caminhos e trazer a consciência que necessitamos despertar em todos nós, mas especialmente naqueles que chegaram depois e desconhecem esses anos de árdua luta. A importância de cada gesto e atitude de responsabilidade e entusiasmo fez e ainda fará a diferença, pois muita coisa havia e ainda há para conquistar.

Muitas pessoas doaram recursos e preciosos trabalhos voluntários nesta construção. Em um resumo breve, é tarefa difícil nominar todos que deram parte de si para que a escola pudesse existir. Nosso desejo é que todos os valiosos colaboradores e amigos que por aqui passaram sintam-se reconhecidos por terem feito parte desta história. A gratidão a estas parcerias deverá ser, sempre, a contrapartida pela dedicação ao projeto da primeira escola Waldorf de ensino fundamental no Rio Grande do Sul.

A AMPWRS é o guarda-chuva de todos os âmbitos desse organismo vivo que é a  Escola Querência. Nela devem estar todos os associados, pais, professores e diretores. Manifestamos nosso profundo agradecimento a toda a comunidade escolar que confiou e trabalhou para chegarmos até aqui. Acreditamos que o futuro da nossa Querência aponta para uma colheita madura e viçosa, e contamos com todos nessa caminhada!